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Poesia e Prosa Inimigo

Que a serpente não decida por nós

“Dizem a verdade aqueles que afirmam que as más companhias conduzem os homens à forca”. (Nicolau Maquiavel, 1469-1527)

28/12/2021 às 15h04
Por: Paulo Mahlalele Fonte: Prazer pela Palavra
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Para nos sentir membros de um grupo, pensamos como bois, embora eles não pensem.

Para sermos aprovados, fazemos o que reprovamos, por acharmos errado.

Para receber aplausos, desprezamos cuidados necessários, usamos calçados que nos ferem os pés, vestimos roupas ridículas, desfilamos por passarelas sem estarmos à vontade.

Para nos sentir amados, mendigamos olhares favoráveis, corremos ofegantes, oferecemos o que não devemos, deixamos de ser o que somos.

Não, nunca devemos abandonar os bons ideais que nos ensinaram nossos pais.

Nunca precisamos aderir ao que não concordamos. Por que adotaremos o grito, se baixo falamos? Por que nos alistaremos para a guerra, se amamos a paz? Por que negaremos a razão, se somos racionais?

Por que correremos para obter o “sim” de Deus, se já o temos?

Por que comeremos bolotas, se participar dos banquetes da família de Jesus podemos?

Não faz sentir ouvir a serpente que nos encanta, uma vez que conhecemos o destino de quem se deixa seduzir pelo que ela canta.

Nunca podemos esquecer que nossa identidade está em nossa autenticidade, não em algum broche que compramos numa loja de novidade.

Pelo Deus Eterno queridos somos. Como amados vivamos.

 

“Quem anda com os sábios se torna sábio, mas quem anda com os tolos sofrerá as consequências”. (Provérbios 13.20)

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